domingo, 16 de outubro de 2016
Dark Thoughts
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
O limite da liberdade
terça-feira, 20 de outubro de 2015
O Progresso compensa
quinta-feira, 19 de março de 2015
Eclipse
O trágico desses dias é que eles se acumulam como camadas cada vez mais sombrias e sangrentas de dentro pra fora.
Assim como aqueles túneis escuros e profundos que parecem ter uma parede de tijolos bloqueando a saída. Por que temos que nos adaptar as pessoas? Talvez esse seje meu maior problema eu não me adapto as pessoas e tenho sonhos rebeldes. O que preciso é encontrar uma maneira de sair disso e como todos aqueles problemas que a princípio parecem insolúveis estou afundando nele e me afogando.
segunda-feira, 2 de março de 2015
Grafado nos Luzeiros
Às vezes as coisas acontecem por um porquê específico. Será? Obra de um ato maior que já foi escrito a muito tempo numa dessas páginas velhas e amareladas. Eu acredito que as coisas assustadoras acontecem quando a gente menos espera, mas as maravilhosas também. Como daquela vez que era lua cheia e a janela mais parecia uma porta para o espaço.
Passei muito tempo tentando achar o sentido ou a moral, se algo tremendamente bom te acontece não seria natural senti-lo vindo? Mas a existência da surpresa faz com que o ato em si seja ainda que pequeno, especial. Prefiro ver que fazemos sim nosso próprio destino, mas que na verdade já era algo concreto, feito pra acontecer. Digo isso porque as situações dão reviravoltas e terminam em desfechos que nem em Atlântida se sonha em noites de verão.
Mas não há motivo para pânico é só um jeito do Universo de mostrar que somos histórias entrelaçadas e que no final formamos um mosaico ou um vitral reluzente. Algumas coisas tem que nos acontecer para que os vidros se encaixem e formem desenhos bonitos no vitral.
(dedicado à dama notável sem limites que me instigou a conhecer a AHS)
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Alvorecer Boêmio
Não deveríamos desfrutar enquanto nossas faces são altivas e compostas? Deveríamos descomeçar de trás para frente. E posso afirmar que é o que fazemos, pelo menos os que tem consciência de que voltaremos abraçar a terra. Mas depois desse tempo, não tenho medo do suposto fim. Porque é apenas a próxima aventura.
Vamos regar nossas noites depressivas com uma bebida forte boa para não desperdiçar nossos rostinhos bonitos. Subir em telhados na meia noite e ver a Lua ou se a noite não tiver a Lua ver o céu escuro mesmo. É o que fazemos. Não nego. Por que nessa idade madrugadas mal dormidas são sinônimo de reflexões antiquadas mais que nos tornam o que somos ou seremos um dia.
sábado, 24 de janeiro de 2015
A Solidão das Luzes
Aparentemente a América fica um tantinho mais longe.
Meu único princípio era que os ricochetes não acertassem inocentes.
Dizem que é a rebeldia da juventude, mas não é nada mais que o encontro do eu verdadeiro, sem culpa.