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sábado, 24 de janeiro de 2015

A Solidão das Luzes

Quem não juraria solenemente depois daquela controvérsia? Tudo que me vem a mente agora é fazer um silêncio profundo recair por sobre.
Aparentemente a América fica um tantinho mais longe.
Meu único princípio era que os ricochetes não acertassem inocentes.
Dizem que é a rebeldia da juventude, mas não é nada mais que o encontro do eu verdadeiro, sem culpa.
Obrigado pela tragédia, preciso disso para minha arte.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Veraneio Irrevogável

Há algum tempo, no escuro de uma saleta de paredes rosáceas fiz um pequeno almejo em secreto de que o último verão dessa era fosse nada mais  do que memorável.
Tudo estava prestes a trocar incansavelmente de lugar e meu humilde desejo era de que essa última hora de inocência se apresentasse digna.
Mas não foi o que aguardei nem a 53 milhas de distância. Foi incrivelmente surpreendentemente melhor.
Amizades saíram de fendas inexplicáveis, laços sedosos e compridos deram um nó ainda mais firme. Antiguidades já  amadas entraram novamente em foco e as praias australianas parecem diferentes agora.
Além de ter finalmente lido aquela
história mágica e recebido agrados maravilhosos no décimo sétimo aniversário.
Mas uma das melhores coisas foi ter visto pela primeira vez um vagalume.