Depois a noite caiu, e a temperatura ainda era boa. Olhava para cima e podia ver as estrelas, pelo menos o tanto de estrelas que se vê no centro de uma cidade pequena. Peguei um pequeno aparelho cinza e fino, e escolhi canções que soavam tranquilas e animadas, e pela primeira vez eu ouvi música boa soando naquela avenida. Tudo parecia um pouco diferente, mas não era a paisagem, era eu. Eu estava irrevogavelmente diferente.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
O Pôr do Sol e a Cidade
Era o inicio de uma jornada, não tão longa, porém um tanto exaustiva. Estava sentada em um DKV- 59, sem capota, e o vento lambia meu rosto e brincava com meus cabelos, a sensação era de que se eu fechasse os olhos e acreditasse de verdade eu poderia voar. Ao longo na avenida eu via rostos, não os via realmente eram apenas parte do cenário, as calçadas não estavam vazias nem cheias, perfeito. Ao longo do percurso era inevitável olhar como a luz dos primeiros minutos do pôr do sol, cintilava em tudo. Nesse momento eu não me importei que fosse verão, queria ver a luz da estrela que se punha, o calor não importava.
Depois a noite caiu, e a temperatura ainda era boa. Olhava para cima e podia ver as estrelas, pelo menos o tanto de estrelas que se vê no centro de uma cidade pequena. Peguei um pequeno aparelho cinza e fino, e escolhi canções que soavam tranquilas e animadas, e pela primeira vez eu ouvi música boa soando naquela avenida. Tudo parecia um pouco diferente, mas não era a paisagem, era eu. Eu estava irrevogavelmente diferente.
Depois a noite caiu, e a temperatura ainda era boa. Olhava para cima e podia ver as estrelas, pelo menos o tanto de estrelas que se vê no centro de uma cidade pequena. Peguei um pequeno aparelho cinza e fino, e escolhi canções que soavam tranquilas e animadas, e pela primeira vez eu ouvi música boa soando naquela avenida. Tudo parecia um pouco diferente, mas não era a paisagem, era eu. Eu estava irrevogavelmente diferente.
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